“Depois de fundamentada em pareceres jurídicos de professores de direito, a Caixa iniciou, apoiada em advogados, a análise dos casos em que será possível agir para apurar em sede de responsabilidade civil”, disse Rui Vilar logo no início da conferência de imprensa de apresentação dos resultados da CGD referentes a 2018.

O responsável máximo da CGD disse que hoje à tarde era o momento de conhecer as contas de 2018, mas que o grupo bancário tem noção de que “o tempo mediático é outro”, pelo que deu várias explicações sobre a auditoria à gestão da CGD entre 2000 e 2015, feita pela EY, nomeadamente de que a versão preliminar divulgada a semana passada nunca foi recebida pela CGD.

Rui Vilar afirmou ainda que a CGD desde o início cumpriu as deliberações do Governo quanto a essa auditoria e que o relatório final foi enviado em 26 de junho de 2016 ao Banco de Portugal e ao Banco Central Europeu (BCE), tal como exigido pelo Governo, e à Procuradoria-geral da República, a pedido desta.

A CGD, indicou, está ainda a avaliar casos em que possa pedir reparação de responsabilidade civil e constituiu-se como assistente do processo junto da Procuradoria-Geral da República.

“A Caixa cumpriu e está a cumprir todas as obrigações determinadas pelo acionista e o Banco de Portugal e a diligenciar na defesa dos seus interesses materiais e institucionais”, referiu.

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