Carlos Costa Pina aprovou, em 2008, as reavaliações das redes de gás natural da Galp, hoje no centro de uma batalha jurídica entre a empresa e a ERSE, quando era secretário de Estado do Tesouro, cargo que exerceu até 2011.

Um ano depois da queda do governo de Sócrates tornou-se administrador executivo da Galp.

A edição de hoje do jornal Público faz notícia da associação entre as responsabilidades governativas específicas numa matéria  litigiosa e a contratação para de Costa Pina para a administração.

O processo de reavaliações das redes arrasta-se em tribunal desde 2010 e ainda não tem data de julgamento marcada.

Ao diário, a empresa petrolífera rejeita que exista alguma "incompatibilidade ou conflito de interesses”.

Em causa está a contestação por parte das distribuidoras regionais de gás do grupo Galp (e, outra, a Portgás, que era da EDP, mas hoje pertence à REN) das tarifas que a ERSE tem vindo a aprovar desde 2010. As empresas queixam-se de não estarem a receber o que está previsto nos contratos de concessão — contratos que foram aprovados em abril de 2008, numa Resolução do Conselho de Ministros (RCM 98/2008), sob proposta do então ministro da Economia, Manuel Pinho.

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