Esta revisão em baixa do valor da dívida pública para este ano face ao previsto no Orçamento Suplementar – segundo o reporte a Bruxelas hoje divulgado - acontece apesar da meta de défice orçamental para 2020 ter sido revisto em alta, de 6,3% para 7,0%.

De acordo com a nota do Procedimento dos Défices Excessivos – 2.ª Notificação 2020, divulgada hoje pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), a estimativa do Ministério das Finanças é que, no final de 2020, a dívida bruta das Administrações Públicas (consolidada) atinja os 268.302,2 milhões de euros, o que corresponde a um rácio em relação ao PIB de 133,8%.

Na primeira notificação de 2020 relativa ao Procedimento dos Défices Excessivos, divulgada em 25 de março passado, o Governo apontava para uma dívida pública de 114,9% do PIB, num total de 252.133,0 milhões de euros.

Em 2019, segundo os resultados provisórios avançados também hoje pelo INE, a dívida bruta consolidada das Administrações Públicas foi de 249.985,1 milhões de euros, correspondente a um rácio de 117,2% do PIB.

Os dados provisórios do INE apontam ainda para um excedente das contas públicas de 0,1% do PIB em 2019, revendo o valor de 0,2% avançado em março.

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