Para o líder centrista, o Bloco de Esquerda, o PCP e os Verdes recorrem a “alguma encenação” para “subir a parada” e levar o Governo a ceder às suas reivindicações.

“É verdadeiramente dramático e aviltante que um país moderno e desenvolvido, como Portugal, dependa dos votos da extrema-esquerda para ter um Orçamento de Estado”, o que, sublinhou, “não é nenhuma solução de futuro”.

Para Francisco Rodrigues dos Santos, o OE e o processo negocial do Governo com os demais partidos da esquerda seguem “um caminho que o CDS repudia”.

A reunião de hoje entre o BE e o Governo sobre o Orçamento de Estado terminou sem acordo, tendo o executivo recusado alterar as cinco medidas laborais, disse uma fonte oficial do partido à agência Lusa,

O presidente do CDS-PP falava aos jornalistas, em Oliveira do Hospital, no interior do distrito de Coimbra, no final da cerimónia pública em que foi empossado como um dos membros da nova Assembleia Municipal (AM).

Nas autárquicas de 26 de outubro, o dirigente centrista, que tem raízes neste concelho, encabeçou a lista da coligação do seu partido com o PSD — “Unidos para Construir o Futuro” — à AM, disputando a presidência desta com o adversário do PS, José Carlos Alexandrino, até agora presidente da Câmara, que ganhou a eleição e foi hoje confirmado como presidente da mesa na primeira reunião da Assembleia.

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