Desde que assumiu a pasta das Finanças, em novembro de 2015, Centeno enfrentou vários desafios: a resolução do Banif, as dúvidas face ao primeiro orçamento do Estado que apresentou e a possibilidade de sanções para o País.

Nestes últimos dois anos, o ministro das Finanças acabou por conseguir encerrar o Procedimento por Défices Excessivos, ao obter o défice mais baixo da democracia (com o apoio de medidas como o perdão fiscal e as cativações), o crescimento homólogo mais elevado do século e viu uma das três principais agências de rating, a Standard and Poor's, a retirar Portugal do 'lixo'.

Centeno, que inicia o mandato de líder do grupo de ministros das Finanças da zona euro em janeiro, vai continuar a ter desafios pela frente, quer seja a nível europeu (como o desenvolvimento da União Económica e Monetária e a conclusão com sucesso do programa de assistência à Grécia), seja a nível nacional.

Recorde-se que a própria Comissão Europeia, na avaliação que fez da proposta de Orçamento do Estado para 2018 (OE2018), mantém Portugal "em risco de incumprimento" das regras europeias.

Eis alguns dos principais momentos do mandato de Mário Centeno como ministro das Finanças:

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