Na comparação com o mês anterior, os pagamentos em atraso (dívidas por pagar há mais de 90 dias) aumentaram em 78,4 milhões de euros, segundo a Direção-Geral do Orçamento (DGO).

Para a evolução homóloga, contribuíram sobretudo os Hospitais EPE (entidades públicas empresariais) e a administração local, com reduções de 116,2 milhões de euros e 40,6 milhões de euros, respetivamente.

Face ao mês anterior, o aumento registado ficou a dever-se sobretudo à evolução registada nos Hospitais EPE, com um aumento de 83,6 milhões de euros.

De acordo com a DGO, os hospitais EPE continuam a revelar o maior valor em dívida, com 735,1 milhões de euros, seguindo-se a administração regional (114,1 milhões de euros), a administração local (66,8 milhões), a administração central, excluindo o subsetor saúde (27,4 milhões), as empresas públicas reclassificadas (18,2 milhões) e o subsetor da saúde (4,8 milhões de euros).

O passivo não financeiro (que inclui os pagamentos em atraso) situou-se em outubro em 1.895,8 milhões de euros, uma diminuição de 155,7 milhões de euros face ao período homólogo.

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