O governante, que falou à margem de uma conferência sobre o Orçamento do Estado para 2020, organizada pela Católica Porto Business School e pela consultora PWC garantiu que este é um orçamento “de esquerda”, recordando que nos últimos anos, o documento tem sido de “maior crescimento económico, mais emprego, com contas certas, nos serviços públicos”, e garantindo que irão debater a proposta “com toda a tranquilidade”.

“Hoje vamos começar a debater este orçamento, apresentado pelo PS, novamente com opções de futuro, melhor emprego crescimento económico, serviços públicos”, assegurou.

“Vamos discutir o OE2020 na Assembleia da República e cada partido terá oportunidade de justificar o seu sentido de voto. Não cabe ao Governo substituir-se a esses mesmos partidos, quer aos que votam contra quer aos outros”, garantiu, questionado sobre as decisões de alguns partidos quanto aos votos.

Durante a sua intervenção, António Mendonça Mendes destacou as medidas do Governo para as empresas, nomeadamente em medidas de desagravamento e simplificação fiscal.

“Temos muitas medidas que não colocam em causa a estabilidade fiscal, procuramos não fazer a manta de retalhos e a política fiscal ganha em ser definida em ambiente de maior profundidade e discussão”, salientou.

O governante realçou ainda a necessidade de descer a dívida pública.

“Só assim temos liberdade para políticas públicas”, destacando que só assim foi possível a dotação inicial ao Serviço Nacional de Saúde.

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