É uma “situação inaceitável do ponto de vista democrático”, afirmou o deputado e vice-presidente da bancada do PSD Adão Silva que usou a figura regimental da interpelação à mesa para perguntar se “é verdade” que a ministra Ana Mendes Godinho estava inscrita para falar.

Ferro Rodrigues, presidente da Assembleia da República, respondeu que sim e Adão Silva lembrou que, há algumas rondas tinha pergunta se estava inscrito e até estava um deputado preparado para fazer perguntas.

Assim, com o tempo cedido à ministra pelo PS, apenas os socialistas poderiam questionar Ana Mendes Godinho, o que é uma “situação inaceitável do ponto de vista democrático”, concluiu.

Ferro Rodrigues explicou que, segundo o regimento, os ministros podem inscrever-se até ao final do debate e foi o que aconteceu.

A ministra falou durante cinco minutos e o único a ter tempo para fazer perguntas foi João Cotrim Figueiredo, da Iniciativa Liberal, que, durante 13 segundos, a questionou sobre produtividade.

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