Numa conferência de imprensa de apresentação de um pacote de propostas de alteração ao Orçamento do Estado para 2022, que decorreu hoje na Assembleia da República, a vice-presidente do grupo parlamentar do PSD para a área do Orçamento e Finanças, Paula Cardoso, apresentou duas propostas para a juventude – que considerou “o elo mais fraco e esquecido” da sociedade – e que foram entretanto reivindicadas pela Juventude Social-Democrata (JSD).

Entre as propostas, consta designadamente a “criação de um ‘voucher’ para cultura para os jovens, na linha do que já tem sido feito em países na Europa, em Itália, em França, e noutros países".

“É um ‘voucher’ de 120 euros para começar, não quisemos também ser acusados de muito despesismo, mas é um ‘voucher’ que poderá ser utilizado numa série de programas: (…) em atividades de artes, espetáculos, literárias, monumentos, livros”, frisou.

Paula Cardoso – que, na conferência de imprensa, esteve acompanhada pelo líder da bancada parlamentar social-democrata, Paulo Mota Pinto, e pelo coordenador do PSD na Comissão de Orçamento e Finanças, Duarte Pacheco – considerou “esta promoção do consumo cultural para os jovens essencial” e frisou que “universalizar para todos o acesso à cultura” é de “elementar justiça”.

No âmbito das medidas endereçadas aos jovens, Paula Cardoso anunciou ainda que o PSD propõe alterar o Imposto Municipal sobre as Transmissões Onerosas de Imóveis (IMT) para a primeira habitação que, “nos primeiros 150 mil euros”, ficaria isenta do imposto.

A deputada sublinhou que essa medida “visa a conquista da independência mais rápida dos jovens e um melhor acesso à habitação”.

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