Numa intervenção acerca do Programa Simplex +, na Bolsa de Turismo de Lisboa, a decorrer até domingo, a governante referiu a preocupação que houve em integrar os locais que “estavam fora do mercado formal”, pelo que avançou a obrigação legal de as plataformas digitais terem o registo formal.

Assim, o número de registos evoluiu de 28 mil locais de alojamento local para 59 mil “neste momento”, informou a secretária de Estado.

Ana Mendes Godinho recordou ainda que foi simplificada a transferência de uso de um edifício para hotel, assim como foi criado um mecanismo de informação prévia em solo rústico, com uma diminuição de prazos.

Foi ainda simplificado o processo da utilidade turística, já que “antes havia o pedido de 10 documentos que a administração pública já tinha acesso por outras vias”. Com essa alteração houve um “aumento em 60% dos processos decididos”, acrescentou.

Em termos de empresas de animação, o número “aumentou 160%” e mil empresas turísticas recorreram, nos últimos dois anos, a apoios do Turismo de Portugal, concluiu a secretária de Estado.

[Notícia corrigida às 13:58 — corrige, no título, os registos de alojamentos locais, que passaram de 28 mil em 2015 para atuais 59 mil, ao contrário do que se lia anteriormente]

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