No relatório pós-evento, a organização precisou que estiveram presentes no início de junho, no Centro de Congressos do Estoril, 464 pessoas, de 21 países, e em representação de 43 marcas na cimeira do vinho.

Do total de participantes, “35% foram estrangeiros”, entrando no perfil, segundo a organização, “altos quadros do setor vinícola e complementares, produtores, ‘trade’, ‘sommeliers’, enoturismo, críticos de vinho, enólogos, comunicação e ‘marketing’ e tecnologias de informação”.

África do Sul, Angola, China, Estados Unidos, Hungria, Reino Unido, Rússia e Suíça foram alguns dos países que marcaram presença em termos de participantes.

A organização registou também 54 jornalistas credenciados, de 14 países.

Quanto aos 20 oradores que participaram, 85% foram estrangeiros (África do Sul, Argentina, Austrália, Canadá, China, Espanha, Estados Unidos da América, Nova Zelândia, Portugal, Reino Unido e Suíça).

No inquérito de satisfação, as palestras mais votadas como preferidas foram: ‘How can we communicate with millennials about wine?’ (como comunicar com os ‘milennials’ - geração que nasceu entre 1985 e 1995-), de Lulie Halstead, e “Is wine tourism turning wine regions into a sort of Disneyland” (Tem o enoturismo transformado as regiões vinícolas numa espécie de Disneyland), por Mariette Du Toit-Hembold.

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