Nos últimos dias o tema central tem sido a discussão da proposta de Orçamento de Estado para 2019. Muito se tem dito sobre o mesmo, com alguns sectores da nossa sociedade a denominarem-no de populista, irrealista ou mesmo de eleitoralista. Mas, na verdade, este Orçamento é inteligente porque, de uma forma equilibrada, aposta em todas as gerações com algumas medidas políticas que terão impacto no seu dia-a-dia.

Senão vejamos.

Este orçamento é melhor para os mais idosos porque vai existir um aumento das suas pensões e haverá uma recuperação do poder de compra. Será bom para as famílias jovens porque haverá um reforço e alargamento do abono de família para os seus filhos, assim como irão beneficiar da enorme ajuda da medida que permitirá usufruir dos manuais escolares gratuitos em toda a escolaridade obrigatória. É igualmente bom para quem necessita e usufrui das prestações sociais porque estas vão melhorar, e em especial para as pessoas com deficiência.

Será bom para todos os cidadãos porque todos poderemos beneficiar de uma menor carga fiscal em termos de IRS, e porque todos poderemos beneficiar de um Serviço Nacional de Saúde cada vez melhor e de novas políticas de habitação e de transportes públicos que vão ajudar de forma determinante a classe média e as pessoas com mais dificuldades sociais. Este Orçamento também é melhor porque vai investir mais nas bases do conhecimento: a cultura vai ter o maior orçamento de sempre, e na ciência, onde a aposta foi alargar o acesso ao ensino superior com a diminuição do valor das propinas e mais emprego científico.

Permitam-me uma nota final, relativamente à remodelação governamental para agradecer a todos os governantes que saíram e desejar as maiores felicidades aos que iniciaram funções em representação de Portugal. Uma referência especial a dois ex-secretários de Estado, ao da Defesa (Marcos Perestrello) e da Energia (Jorge Seguro Sanches), pela forma exemplar como defenderam Portugal o interesse público. Na verdade ficaram em reserva, dois políticos com provas dadas, que a partir de agora passarão a ser potenciais ministros de um futuro Governo.

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