As vacinas contra a gripe estão esgotadas na Madeira depois de terem sido administradas mais de 18 mil doses na campanha de vacinação que começou em 27 de setembro, informou hoje o Governo Regional.
A Direção-Geral da Saúde (DGS) apelou hoje à vacinação contra a gripe e a covid-19, avançando que as pessoas com 80 anos ou mais anos podem fazer o agendamento online para tomarem as duas vacinas.
O Centro Europeu de Prevenção e Controlo de Doenças (ECDC) alertou hoje para a possibilidade da próxima época gripal ser particularmente severa para os mais idosos, na sequência da deteção precoce de alguns casos, e apelou para a vacinação.
A partir de dia 26, próxima terça-feira, os cidadãos com mais de 80 anos poderão fazer o autoagendamento para a vacinação contra a gripe e a dose de reforço contra a Covid-19.
As vacinas contra a gripe estão esgotadas na Madeira depois de terem sido administradas mais de 12 mil doses desde o início da campanha de vacinação, a 27 de setembro, anunciou hoje o Governo Regional.
A vacinação, em simultâneo, contra a gripe e a covid-19 arranca esta segunda-feira em Portugal continental e a Direção-Geral da Saúde (DGS) prevê vacinar cerca de dois milhões de pessoas.
As autoridades de saúde promovem sábado um dia especial dedicado à vacinação contra a covid-19 e contra a gripe nos centros do Funchal, Santa Cruz e Câmara de Lobos, em modalidade de casa aberta, foi hoje anunciado.
A administração da terceira dose da vacina contra a covid-19 inicia-se na próxima semana, com prioridade às pessoas com 80 e mais anos e utentes de lares e de cuidados continuados, anunciou hoje a diretora-geral da Saúde.
Os especialistas dos Centros de Controlo e Prevenção dos Estados Unidos (sigla em inglês CDC) temem que a estação que agora se inicia para a gripe comum seja especialmente “severa”, foi hoje divulgado.
A Direção Regional da Saúde dos Açores anunciou hoje que pretende vacinar contra a gripe 60% da população com idade igual ou superior a 65 anos, no âmbito da operação em curso desde 29 de setembro.
A Madeira vai administrar 68 mil vacinas contra a gripe na época 2021-2022, indicou hoje o secretário de Saúde e Proteção Civil, Pedro Ramos, referindo que a região pretende também avançar com a terceira dose da vacina anti-covid-19.
Em entrevista à Rádio Renascença, a ministra da Saúde, Marta Temido, referiu o que está a ser feito para o combate à gripe, numa altura em que a pandemia ainda tem de ser monitorizada.
A vacinação contra a gripe arranca hoje em Portugal, mais cedo do que o habitual devido à pandemia de covid-19, havendo 2,24 milhões de vacinas para serem distribuídas gratuitamente a grupos de risco pelo Serviço Nacional de Saúde.
Os especialistas alertam para a importância da vacinação contra a gripe para quem tem doenças do coração e lembram que dias depois de uma infeção gripal o risco de enfarte do miocárdio é mais de 10 vezes superior.
O primeiro-ministro revelou hoje que a vacinação da gripe vai ter prioridade sobre a eventual administração da terceira dose da vacina contra a covid-19 e que os centros de vacinação se irão manter.
A campanha de vacinação contra a gripe começa a 27 de setembro, anunciou a Direção-Geral da Saúde em comunicado. A primeira fase destina-se a residentes, utentes e profissionais de estabelecimentos de respostas sociais, doentes e profissionais da rede de cuidados continuados integrados e profissiona
O Serviço Nacional de Saúde vai ter 2,24 milhões de vacinas contra a gripe, que deverão começar a ser ministradas em outubro, segundo a Direção-Geral da Saúde, que sublinha o aumento de 7% face ao ano anterior.
As vacinas da Pfizer-BioNTech e da Moderna podem estar a dar início a uma nova era da medicina. Após décadas de investigação – que permitiram encontrar uma solução rápida para enfrentar uma pandemia -, podem estar para surgir novas terapias para o cancro e outras doenças.
O Brasil iniciou hoje a sua campanha anual de vacinação contra a gripe com a qual pretende ajudar a prevenir a sobrecarga no sistema de saúde, já afetado pela pandemia de covid-19.
O pneumologista Filipe Froes admitiu uma maior e mais intensa atividade gripal no próximo inverno, fruto da reduzida circulação do vírus influenza, que levou a uma menor imunidade e a um maior risco de discordância antigénica das vacinas.
A cobertura vacinal das grávidas duplicou nesta época gripal, segundo o relatório final do Vacinómetro 2020/2021, que revela um aumento também nos profissionais de saúde e nas pessoas com doenças crónicas.