As redes sociais são "um ambiente fértil para a difusão massiva de rumores não confirmados. Usando uma grande análise quantitativa do Facebook, demonstramos que a informação relacionada com temas distintos - teorias da conspiração e notícias sobre ciência - geram comunidades homogéneas e extremas", lê-se no resumo do estudo, publicado na Ata da Academia Nacional de Ciências dos Estados Unidos.

A equipa de investigadores italianos, que assina o estudo, quis perceber como é que a informação falsa se espalha pela Internet, sublinhando que, ao contrário do que se pensa, as redes sociais não permitem abrir horizontes. "As redes sociais isolam-nos ao criarem, facilitarem a confirmação e perpetuarem preconceitos", dizem.

Em declarações à CNN, um dos investigadores, Alessandro Bessi, alertou que muitos dos utilizadores das redes sociais partilham conteúdos sem de facto os terem lido com atenção, confiando apenas na pessoa que os partilhou anteriormente.

Enquanto não é criado um programa informático ou um algoritmo que consiga distinguir a informação verdadeira da falsa, Bessi recomenda a cada utilizador um método mais analógico: Confirmar antes de partilhar.

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