“O Facebook não disponibilizará a libra até termos resolvido as preocupações de regulação e ter recebido as aprovações apropriadas”, disse David Marcus, diretor-executivo da subsidiária Calibra, num discurso preparado para proferir perante o comité financeiro da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos.

O mesmo responsável indicou que o Facebook assume o compromisso de “cumprir todos os requisitos legais e de regulação aplicáveis”.

“O caminho para chegar lá será longo e reconhecemos que acaba de começar”, acrescentou.

A comparência de Marcus no Congresso tem lugar um dia depois de o secretário do Tesouro norte-americano, Steven Mnuchin, ter manifestado séria preocupação com a criação da “libra”, advertindo para o seu possível caráter “especulativo” e o seu potencial “uso para lavagem de dinheiro”.

O Facebook e 27 outras entidades que formam a Associação Libra (entre elas Visa, Mastercard, Uber, Lyft, PayPal, eBay, Vodafone e Spotify) anunciaram oficialmente em junho a criação desta criptomoeda em 2020, podendo ser usada no WhatsApp e no Messenger.

A criptomoeda vai ser gerida, de acordo com o plano anunciado, por um consórcio de empresas agrupadas sob a direção da Associação Libra, com sede em Genebra, Suíça.

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