YSK Media. O espaço chama à atenção e anuncia a presença sul-coreana na Web Summit deste ano, o que acontece pela primeira vez. "O ano passado não viemos, mas este ano quis ver. É um evento tão grande, tão bonito, quis trazer empresas até cá", diz Jugnhun Lee à reportagem da agência Lusa.

Lá dentro, num dos pavilhões da Feira Internacional de Lisboa (FIL), Lee assume-se encalorado e quase apaixonado por Portugal: "O tempo é muito bom. A comida também. Comi um bom peixe ontem", confidencia.

E as empresas? "Trouxe 15 pessoas com várias 'startup' e somos cinco da organização".

Depois, apresenta à Lusa algumas das representantes da Coreia do Sul no evento de Lisboa: uma aplicação chama-se "Citylife", e pretende reunir o melhor que cada cidade tem para oferecer - em níveis como restauração e vida noturna -, uma outra tem por objetivo controlar os aromas da casa e fragrâncias ambientais através do telefone.

"Vale a pena sair e conhecer pessoas e possíveis investidores. E aqui está gente de todo o mundo", valoriza Jughun Lee.

Se de Bragança a Lisboa, cantam os Xutos e Pontapés, são - ou eram? - nove horas de distância, de Seul a Lisboa são 15 horas de viagem. O regresso da comitiva à Coreia do Sul está marcado para sexta-feira.

A Web Summit decorre até quinta-feira, no Altice Arena (antigo Meo Arena) e na Feira Internacional de Lisboa (FIL), em Lisboa.

Segundo a organização, nesta segunda edição do evento em Portugal, participam 59.115 pessoas de 170 países, entre os quais mais de 1.200 oradores, duas mil 'startups', 1.400 investidores e 2.500 jornalistas.

A cimeira tecnológica, de inovação e de empreendedorismo nasceu em 2010 na Irlanda e mudou-se em 2016 para Lisboa por três anos, com possibilidade de mais dois de permanência na capital portuguesa.

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