Em comunicado, a associação quantificou as emissões associadas à produção de eletricidade entre janeiro e julho passados, verificando um aumento de 5,3 milhões de toneladas de dióxido de carbono em relação ao mesmo período de 2016, traduzido num aumento de 42% em relação às emissões do ano passado.

"Por comparação, os incêndios estão também a ter uma contribuição acrescida, já que (...) no total ao ano passado se emitiram 2,3 milhões de toneladas de dióxido de carbono equivalente e este ano, até final de julho, já se atingiu 2,9 milhões de toneladas", afirma a associação, especificando ter havido um aumento de cerca de 600 mil toneladas de dióxido de carbono equivalente e atingido 5,9 milhões de toneladas.

"Em termos relativos, para se ter uma ideia da dimensão, seis milhões de toneladas representam cerca de 10% das emissões anuais verificadas em Portugal em 2015", explica a associação, defendendo que, face aos dados finais e estimados para o período 2010 a 2016, "tudo aponta para que 2017 venha a ser, até agora, o ano com maiores emissões de gases com efeito de estufa da presente década em Portugal".

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