Novembro traz a publicação de “Uma biografia” do cantor camaleónico David Bowie, artista que experimentou uma infinidade de estilos e definiu a cultura pop, por Maria Hesse e Fran Ruiz, bem como de “Zé Pedro, uma biografia”, escrita por André Rito, que dá a conhecer a vida do guitarrista e fundador dos Xutos & Pontapés, numa edição ilustrada.

Ambos são publicados pela Suma de Letras, chancela do Grupo Penguin Random House, que leva também este mês até às livrarias portuguesas, através da Companhia das Letras, “Essa gente”, o mais recente romance de Chico Buarque, o primeiro depois da atribuição do Prémio Camões, uma tragicomédia que encara de frente o Brasil de agora.

Ainda na Companhia das Letras será publicado “Todo o amor”, compilação de cartas, crónicas, poemas e letras de canções de Vinicius de Morais, “A noite em que o verão acabou”, primeiro ‘thriller’ de João Tordo, e “A vida sonhada das boas esposas”, o novo romance do também escritor português Possidónio Cachapa.

Na Alfaguara, sai mais um romance de James Baldwin, “Se o disseres na montanha”, editado originalmente em 1953, e que se sucede à publicação, pela mesma editora, no final do ano passado, de “Se esta rua falasse”.

O músico Elton John está também em destaque nas novidades literárias, com a publicação de uma autobiografia que conta de forma “franca e honesta os altos e baixos de uma vida dedicada à música”: “Eu, Elton John” é publicado pela Porto Editora.

No mesmo grupo editorial saem “O coração de Inglaterra”, o mais recente romance do escritor inglês Jonathan Coe, que se encontra a fazer uma residência literária em Cascais, “A luz de Pequim”, novo romance de Francisco José Viegas, e “Cari Mora”, o novo romance de Thomas Harris, autor de “O silêncio dos inocentes”, após um interregno de 13 anos.

A Sextante publica “Memórias de um urso polar”, de Yoko Tawada, ao passo que na Assírio & Alvim serão publicados “Ágora”, novo volume de Ana Luísa Amaral, e a poesia completa de David Mourão-Ferreira, “Obra poética”.

A chancela Livros do Brasil edita na coleção vampiro “O assassinato da minha tia”, de Richard Hull, e na coleção Dois Mundos “A promessa”, de Roman Gary, um romance de memórias deste autor francês do século XX.

A Relógio d’Água traz como novidade o primeiro volume de uma trilogia de fantasia criada pelo autor de “Breve História de Sete Assassinatos”, uma “cascata de narrativas que tomam lugar numa África antiga, perigosa e alucinatória”.

O jamaicano Marlon James criou um universo fantástico, que se vai estender por uma trilogia, protagonizada por um homem chamado Tracker, e cujos direitos de adaptação a televisão foram já adquiridos pela companhia de produção de Michael B. Jordan.

O primeiro volume “Leopardo Negro, Lobo Vermelho”, que chegou agora a Portugal, recebeu os maiores louvores da crítica internacional e de outros autores.

Outro destaque desta editora é “O Gesto Que Fazemos para Proteger a Cabeça”, o mais recente livro de Ana Margarida de Carvalho, centrado em duas sociedades fechadas na raia alentejana, que vivem à margem da lei, em tempos próximos da guerra civil espanhola.

Ainda na Relógio d’Água serão publicados os livros “Ingmar Bergman: O caminho contra o vento”, um romance biográfico de Cristina Carvalho, “Poemas e Canções I e II”, de Leonard Cohen, e a reedição de “A angústia do guarda-redes antes do penalty” e “O chinês da dor”, duas obras do Prémio Nobel da Literatura 2019, Peter Handke.

A Cavalo de Ferro traz este mês uma obra inédita em Portugal de Júlio Cortázar, “Desoras”, o último livro de contos do escritor argentino, publicado originalmente em 1982.

Na coleção de literatura de viagens da Tinta-da-China, vai ser publicado “O mundo: modo de usar”, de Nicolas Bouvier, que descreve uma viagem de dois amigos num Fiat 500 da Suíça até ao Afeganistão.

A mesma editora lança também este mês “O tempo das mulheres”, um álbum fotográfico de Alfredo Cunha, com textos de Maria Antónia Palla, e “Não pai”, do também fotógrafo Daniel Blaufuks, que desta vez apresenta por palavras um relato autobiográfico sobre a morte do pai.

“Sisífo”, monólogo escrito por Gregório Duvivier e Vinicius Calderoni que transforma em livro a peça que o autor de “Porta dos Fundos” vai apresentar nos palcos portugueses em novembro e dezembro, “Imagens imaginadas”, de Pedro Mexia, e “Frentes de Fogo”, livro de poesia de A.M. Pires Cabral, são outras das novidades da Tinta-da-China.

A Antígona edita mais um livro de Eduardo Galeano, “Futebol ao sol e à sombra”, para além de “O amor louco” de André Breton, “O gangue da chave inglesa”, de Edward Abbey, e “O socialismo selvagem”, ensaio sobre a auto-organização e a democracia direta nas lutas de 1789 até aos nossos dias, de Charles Reeve.

Na editora Caminho, pertencente ao grupo Leya, está prevista a reedição de “O signo da ira”, de Orlando da Costa, com prefácio de Gonçalo M. Tavares, e “Cinco voltas na Bahia e um beijo para Caetano Veloso”, novo livro de Alexandra Lucas Coelho que finaliza a trilogia luso-brasileira.

O mesmo grupo, através da D. Quixote, vai lançar “Não Chames Noite à Noite”, de Amos Oz, “As Velas Ardem Até ao Fim”, de Sándor Marai, numa nova edição de capa dura.

“O Corpo — Um guia para ocupantes”, de Bill Bryson, autor de “Breve história de quase tudo”, será editado pela Quetzal e propõe-se, de forma leve e descontraída, ensinar como o corpo humano funciona.

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