"O Boom Festival é um dos principais ativos de Idanha-a-Nova enquanto Cidade da Música, no âmbito da Rede de Cidades Criativas da UNESCO. Tem dado um contributo essencial para o sucesso da estratégia de desenvolvimento do município, por todo o valor que cria na região, direta e indiretamente", refere em comunicado enviado hoje à agência Lusa, o presidente da Câmara Municipal de Idanha-a-Nova, Armindo Jacinto.

A Costa Rica é o país convidado desta edição.

O evento bienal de cultura independente que, desde 1997, se realiza na lua cheia de julho ou agosto, é já uma referência internacional e tem um enorme impacto social, económico e cultural nesta região do interior do país, sendo que 80% dos fornecedores do festival são locais e grande parte deles são produtores biológicos.

"Em 2018, Idanha-a-Nova tornou-se na primeira Bio Região Portuguesa a integrar a Rede Internacional de Bio Regiões. A dinamização da agricultura biológica e a oferta de produtos e serviços ecológicos (...) são áreas em que o Boom Festival é uma bandeira de renome internacional e funciona, muitas vezes, como referência para projetos que apostam em práticas de sustentabilidade", sublinha Armindo Jacinto.

A promoção da sustentabilidade ambiental é um dos grandes pilares do Boom Festival, membro da iniciativa "United Nations Music & Environment Stakeholder" desde 2010, a convite do Programa Ambiental das Nações Unidas, e distinguido em 2008, 2010, 2012, 2014 e 2016, com o "Outstanding Greener Festival Award", o prémio mundial mais importante de eventos sustentáveis atribuído por "A Greener Festival".

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