Esta autarquia do norte do distrito de Leiria viu recentemente a sua candidatura a fundos comunitários aprovados, contando com um apoio financeiro de cerca de 800 mil euros para executar o projeto, informou hoje a Câmara de Figueiró dos Vinhos, em nota de imprensa enviada à agência Lusa.

A iniciativa passa por reconverter o posto aquícola do Campelo para a criação experimental de trutas assilvestradas, num projeto que conta com o acompanhamento técnico e científico da Universidade de Évora e do MARE - Centro de Ciências do Mar e do Ambiente.

Segundo a nota de imprensa, o projeto vai permitir "dar um uso eficiente e atrativo ao espaço, centrado na criação de trutas assilvestradas, mas com óbvios impactos no turismo, na captação de visitantes, na pesca desportiva, entre outros", numa investigação que se enquadra no Plano de Gestão Integrada da Ribeira de Alge.

Fonte do município explicou à agência Lusa que este é um dos poucos postos aquícolas do país e que estava há alguns anos desativado, funcionando naquele espaço, "com alguma interrupção, um restaurante".

Para além de alguma obra na reconversão do espaço, o dinheiro será também usado para comprar equipamento específico para a criação da truta, para os estudos científicos associados ao projeto e também ao marketing, referiu.

De acordo com a mesma fonte, as trutas criadas em viveiro, "quando são colocadas num rio, face à alteração de condições, registam uma taxa de mortalidade elevada", sendo que o projeto pretende garantir o repovoamento da ribeira com este peixe de rio e, por conseguinte, atrair turismo, nomeadamente, através da pesca desportiva.

Espera-se que a execução do projeto arranque no primeiro semestre de 2019.

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