A exposição, patente no espaço Fidelidade Arte, no Chiado, tem curadoria de Delfim Sardo e reúne peças criadas em 1995, uma obra sonora "Song NC Sharp", de 2016, que passou um longo período sem ser mostrada, e uma escultura inédita.

A obra sonora regista o som de vidros a quebrarem, enquanto a escultura foi especialmente concebida para este projeto, e inclui pedras semipreciosas colecionadas por Durham ao longo dos anos.

O artista retoma a exposição "História Concisa de Portugal" que apresentou na Galeria Módulo em 1995, primeira presença do artista no país, e que "viria a ser relevante no seu percurso", segundo a curadoria.

O percurso de Jimmie Durham, nascido nos Estados Unidos, em 1940, cruza a poesia, o ativismo político e a prática artística.

Ainda jovem, nos anos 1960, dedicou-se ao ativismo político, à poesia e à performance, e viajou para Genebra no final daquela década para estudar escultura e performance na École Nationale Supérieure des Beaux Arts.

Este ano, recebeu o Leão de Ouro da Bienal de Arte de Veneza pelo conjunto da sua obra.

Esta exposição é o segundo momento do projeto "Reação em Cadeia", resultado de uma colaboração entre a Culturgest e a Fidelidade Arte, que propõe aos artistas participantes que façam o convite ao artista que lhes segue em ambos os espaços das duas entidades.

Jimmie Durham foi o artista proposto pela artista luso-africana Ângela Ferreira e será, por seu turno, sucedido pela artista italiana Elisa Strinna.

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