Com curadoria de Tales Frey, a mostra “reunirá um conjunto de obras de artistas brasileiros que servem de contraponto para a forma como olhamos e compreendemos o mundo que nos rodeia”, pode ler-se na apresentação do trabalho, patente até 20 de janeiro de 2019.

Na mostra estarão obras de 15 artistas brasileiros, num desafio a “pensar sobre o lugar deixado às identidades e subjetividades individuais nas sociedades contemporâneas”.

A mostra parte da performance e ‘body art’ e “desdobramentos em objetos, fotos e vídeos” e assume-se como “um contraponto direto com normas de uma ‘sociedade capitalista de controle’”, questionando “o uso do corpo numa sociedade ainda determinada pela ‘heteronormatividade’ compulsória, pelo sexismo inflexível e pelo nefasto projeto colonialista”.

O objetivo é apresentar corpos “com manifestações não normativas” em contextos normalizantes, usando a diferença, de tatuagens a intervenções cirúrgicas e trajes, como “ponto de conexão com o outro”.

Serão exibidos na mostra coletiva trabalhos de André Parente, Andressa Cantergiani, Élle de Bernardini, Gal Oppido, Joana Bueno, Lenora de Barros, letícia Parente, Lyz Parayzo, Marcela Tiboni, Nino Cais, Priscilla Davanzo, Rafael Bqueer, Renan Marcondes, Suelen Calonga e Tiago Sant’Ana.

De forma paralela, o Maus Hábitos recebe várias performances e palestras, a cargo de Lyz Parayzo e Priscilla Davanzo, que na noite da inauguração, na quinta-feira, apresentam “Manicure Política” (Lyz Parayzo), pelas 21:30, e “Pour être une seductrice” (Priscilla Davanzo), meia hora depois.

No sábado, Parayzo dirige a palestra “A Vênus de Cor”, pelas 17:00, enquanto Davanzo apresenta, a 21 de novembro, “Um Corpo pra Chamar de Meu”, à mesma hora, sendo que as várias atividades são de entrada livre.

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