De acordo com a diretora do MUDE, Bárbara Coutinho, esta parte do acervo global – 3.208 das 13.935 peças de criadores portugueses e estrangeiros, inventariadas ou em fase de inventariação - será de acesso livre ao público, a partir de 18 de maio, Dia Internacional dos Museus.

As peças do acervo, que têm estado a ser digitalizadas nos últimos dois anos e que surgirão 'online', são de criadores como Manuel Alves, Claude Montana, Christian Lacroix, Claude Montana, Kenzo, Alexander Macqueen ou Jean Paul Gautier, na área da moda.

Na área de design gráfico, poderão ser vistas criações de André Saraiva e António Garcia, e, no design de produto, de objetos a mobiliário, peças de Fernando Brízio, José Cruz de Carvalho, Eduardo Afonso Dias, Estúdio Pedrita, Alvar Aalto, André Arbus, Tobia Scarpa. De joalharia estarão peças de Filipe Faísca, Leonor Hipólito, Rodrigo Acosta e Inês Nunes, entre outros criadores.

Bárbara Coutinho disse à Lusa que o objetivo é que o acervo do MUDE “venha a estar disponível 'online' na totalidade como ferramenta de consulta para profissionais de design e o público em geral”, e acrescentou que a coleção continua a aumentar com aquisições, doações e depósitos.

No dia 21 de maio, o museu irá celebrar o 11.º aniversário da abertura com uma visita 'online' às reservas, conduzida pela diretora, “para mostrar como um conjunto de peças gerou novas formas de habitabilidade, provocando mudanças de vida, de valores e de mentalidades na época em que foram criadas”.

“Vamos fazer uma reflexão sobre a forma como as casas onde vivemos estão, nesta altura de pandemia, a transformar-se em espaços de trabalho, de sala de aula e outras atividades, devido ao confinamento”, indicou.

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