A publicação da indústria musical, que cita o assessor de West, Ameer Sudan, informa que o artista está a trabalhar em novos negócios com Aras Agalarov — milionário próximo de Donald Trump — e o filho músico do empresário, cujo nome artístico é Emin.

"Ele vai passar muito tempo na Rússia", disse Sudan à Billboard. Segundo o agente, o país será "uma segunda casa" para Ye, que mudou legalmente de nome no ano passado.

Desde 2019, o rapper costuma oferecer o Sunday Service, um espetáculo intimista, reminiscente das missas de domingo em igrejas e que é acompanhado de corais gospel, ao qual ele planeia convidar o presidente russo.

A política não é estranha para Ye, de 44 anos. Em 2020, apresentou-se nas eleições presidenciais americanas como candidato independente pelo Birthday Party. Em 2018, reuniu-se com o então presidente Trump, a quem declarou apoio em 2016, num encontro que incluiu um abraço entre os dois e uma longa diatribe perante as câmaras.

Potenciais críticas pela sua relação com a Rússia não farão Ye desistir, afirmou Ameer Sudan. "Kanye está muito ciente do que acontece. Ele não vai contra os Estados Unidos, nem para causar conflitos, mas Ye é Ye, não pode ser controlado", comentou.

O rapper, também conhecido por ter sido casado com Kim Kardashian, de quem se separou, ficou bilionário com a venda dos seus ténis Yeezy com a Adidas.

Recentemente, tornou-se místico e religioso, o que lhe rendeu um Grammy em 2021 na categoria "melhor álbum de música cristã contemporânea" com o disco "Jesus is King". O seu álbum mais recente, "Donda", foi lançado no ano passado.

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