“Chama-me Pelo Teu Nome”, título da edição portuguesa, serviu de argumento ao filme homónimo, realizado por Luca Guadagnino, e é a última parte da trilogia "Desejo", da qual fazem parte "Eu Sou o Amor" (2009) e "Mergulho Profundo" (2015), segundo comunicado da editora portuguesa enviado à agência Lusa.

Segundo a mesma fonte, o romance conta “a história de um amor súbito e poderoso, que floresce entre um adolescente e o hóspede de verão na casa dos seus pais – uma mansão sobre as falésias da Riviera italiana, povoada por personagens excêntricos, com um gosto especial pela boa vida”.

“Nenhum dos amantes está preparado para as consequências dessa atração, que, durante essas apaixonadas semanas de calor, mar e vinho, faz crescer entre eles o fascínio e o desejo, algo que não conseguem suprimir, apesar de todas as proibições e perigos. Imprudentemente, cada um converge para o outro e para aquilo que ambos temem nunca encontrar verdadeiramente: uma intimidade total”, refere ainda a Clube do Autor.

André Aciman nasceu há 67 anos na cidade egípcia de Alexandria e naturalizou-se, entretanto, norte-americano, sendo licenciado pela Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, e professor de Teoria da Literatura e Escrita Criativa na Universidade de Nova Iorque. Como investigador tem como objeto de estudo a obra do escritor francês Marcel Proust (1871-1922).

Aciman é autor, entre outras obras, de “Oito Noites Brancas”, editada em Portugal pela editora Matéria Prima, em 2012, numa tradução de Maria João Freire de Andrade, e ainda de “Out of Egypt”, tendo sido distinguido com os prémios Lambda Literary e Whiting Writers.

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