A companhia precisou num comunicado que prevê garantir 65% dos voos de longo e médio curso com saída ou chegada no aeroporto de Charles de Gaulle, em Paris, e 85% dos voos domésticos.

A Air France não afasta anulamentos pontuais e possíveis atrasos de última hora nos trajetos assegurados.

"A Air France lamenta a continuação destas greves, apesar de a direção da companhia já ter apresentado várias propostas para sair do conflito e ter anunciado o lançamento de uma consulta direta aos trabalhadores sobre o acordo apresentado em 16 de abril", afirma a direção no comunicado.

A mobilização dos sindicatos do pessoal começou em fevereiro, impulsionada por um pedido de um aumento salarial de 6% para compensar a perda de poder de compra devido à inflação nos últimos anos.

Os sindicatos pedem um aumento salarial imediato de 5,1% tendo em conta a melhoria dos resultados da empresa e não responderam esta semana à oferta da direção de aplicar uma subida progressiva de até 7% em quatro anos.

Convicto de que a maior parte dos trabalhadores não partilha as opiniões dos sindicatos, o presidente da Air France, Jean-Marc Janaillac, sublinhou que no caso de a oferta não ser aceite, assumirá "pessoalmente" as suas responsabilidades e apresentará a demissão.

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