"Já tivemos aqui mais de 60 alunos que decidiram juntar-se a este protesto. Alguns seguem normalmente para as aulas, mas outros mostram-se solidários e decidiram juntar-se a esta luta pelo reforço do número de funcionários", disse Catarina Oliveira, aluna do 12.º ano, que integra a organização do protesto.

De acordo com a também membro da Juventude Comunista Portuguesa (JCP), a ação de luta foi organizada pela Associação de Estudantes com o apoio da estrutura partidária.

“Consideramos insustentável a atual situação. Esta escola tem mais de 1.800 alunos e deveria ter cerca de 30 funcionários ao serviço, mas tem muito menos, até porque há cerca de uma dezena de funcionários de baixa médica", acrescentou.

Segundo Catarina Oliveira, neste momento a Escola Secundária do Pinhal Novo (distrito de Setúbal) está a encerrar às 16:00, mais cedo do que seria normal, devido à falta de funcionários.

Além da concentração realizada hoje de manhã junto ao portão de entrada da escola, os organizadores do protesto prometem enviar um abaixo-assinado ao Ministério da Educação a exigir o reforço de funcionários de forma a assegurar o normal funcionamento do estabelecimento.

Hoje de manhã, os promotores do abaixo-assinado já tinham recolhido mais de 300 assinaturas.

A agência Lusa fez várias tentativas para contactar a direção da Escola Secundária de Pinhal Novo, o que não foi ainda possível.

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