O 47.º Fórum Económico Mundial, em Davos, começou terça-feira e decorre até sexta-feira, reunindo cerca de 3.000 dirigentes políticos e económicos mundiais, na Suíça, entre os quais António Costa, o ministro da Economia português, Manuel Caldeira Cabral, o secretário-geral da ONU, António Guterres, o banqueiro português Horta Osório e o comissário europeu Carlos Moedas.

O primeiro-ministro dedica dois dias de agenda a este fórum, tendo como objetivo, segundo fonte governamental avançou à agência Lusa, apresentar Portugal como um país estável e seguro para atrair investimento estrangeiro, estando previstas reuniões bilaterais com nomes internacionais como a diretora-geral do FMI (Fundo Monetário Internacional), Christine Lagarde, ou o secretário-geral da OCDE, Angel Gurría.

De acordo com a mesma fonte, António Costa aproveitará para informar da situação económica em Portugal, dando conta de que o défice de 2016 ficará, pela primeira vez, abaixo dos 2,3%, com crescimento económico e redução do desemprego e da dívida pública.

O primeiro momento da agenda de Costa está marcado para hoje, com uma sessão de trabalho na quarta-feira, num hotel de Davos, com início marcado para as 19:30 locais (18:30 em Lisboa), subordinada ao tema "Building Trust Through Leadership - Community Reception", na qual o primeiro-ministro fará uma intervenção.

Também para o ministro da Economia hoje é o primeiro dia de trabalho em Davos - ficando Manuel Caldeira Cabral no fórum até sexta-feira - tendo agendado para hoje, entre outros momentos, a participação num grupo de discussão intitulado "Prioritizing Policy for Inclusive Productivity" e uma reunião com o presidente da farmacêutica Gilead.

Segundo nota do gabinete do primeiro-ministro, os "encontros decorrem à porta fechada, sem acesso da comunicação social".

Mais de 40 chefes de Estado, incluindo, pela primeira vez, o Presidente chinês, estão juntos ao longo dos quatro dias em Davos - uma localidade com 12 mil habitantes, situada nos Alpes a uma altitude de 1.550 metros - que dedicará boa parte da discussão às alterações climáticas que o Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, várias vezes desvalorizou.

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