“A situação está resolvida e limitou-se à sala de espera do hospital de dia”, disse à agência Lusa João Moura Reis, presidente do conselho de administração da ULSNA, que tutela o hospital da cidade raiana de Elvas, no distrito de Portalegre.

Contactado pela Lusa, o dirigente do Sindicato dos Enfermeiros Portugueses (SEP) Celso Silva confirmou que o problema “está resolvido”, no entanto rejeitou que a avaria tenha afetado apenas a sala de espera do hospital de dia.

“Os meus colegas dizem que o assunto está resolvido, mas mantemos que não era só na sala de espera do hospital de dia de oncologia. Era em todo o serviço de oncologia, cirurgia e medicina”, disse.

Segundo o sindicalista, o problema acontece “de vez em quando” no hospital de Elvas, tendo a última vez ocorrido no “verão do ano passado”.

João Moura Reis assegurou, por seu turno, que a manutenção dos aparelhos é efetuada pelos serviços da ULSNA e que, no início deste mês, quando o sistema ficou inoperacional, registavam-se temperaturas muito altas.

“Tem sido feita a manutenção e há uma outra circunstância: mesmo com manutenção, os aparelhos avariam e avariam por excesso, muitas das vezes, daquilo que se lhes pede, porque houve um período de tempo em que houve um excesso de calor”, disse.

O dirigente do SEP rejeitou, contudo, a versão da administração da ULSNA, considerando “um bocado estranho” a forma como é feita a manutenção dos equipamentos na unidade hospitalar de Elvas.

“O que é certo é que os colegas [enfermeiros] não veem ninguém nos serviços a fazer a manutenção. Não sei a que horas é que fazem a manutenção para ninguém ver. É um bocado estranho”, ironizou Celso Silva.

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