“O CNE associa-se a quantos partilham a dor pela inesperada e trágica partida de D. Anacleto Oliveira para o acampamento eterno”, realça o chefe nacional dos escuteiros católicos, Ivo Faria, citado num comunicado.

A nota destaca ainda o reconhecimento do CNE para com o “imenso cuidado” do bispo da Diocese de Viana do Castelo “pela sua missão eclesial e social de acompanhar crianças e jovens no seu crescimento integral”.

“Somos testemunhas do seu apreço por todos os dirigentes do CNE e a sua insistência na necessária formação humana, cristã e escutista”, aponta também.

Como “tributo à sua memória”, a junta central do CNE, pelo chefe nacional Ivo Faria, decretou luto nacional por um período de sete dias.

Igualmente citado no comunicado, o chefe regional de Viana do Castelo, Manuel Vitorino, sublinhou a “dívida de gratidão” dos escuteiros para com Anacleto Oliveira, “pela elevada estima, consideração e amizade que sempre manifestou”.

O bispo de Viana do Castelo, Anacleto Oliveira, morreu na sexta-feira, aos 74 anos, na sequência do despiste do automóvel que conduzia na Autoestrada do Sul perto de Almodôvar, no distrito de Beja.

A Câmara de Viana do Castelo decretou dois dias de luto municipal pela morte do bispo Anacleto Oliveira.

O Presidente da República, Marcelo Rebelo de Sousa, numa nota divulgada pela Presidência, lamentou a morte "repentina e trágica" do bispo Anacleto Oliveira e apresentou "sentidas condolências" à sua família e à Igreja Católica.

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