"A Câmara Municipal da Moita procurou conhecer as causas deste incidente junto das entidades competentes e a informação técnica do Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas indica tratar-se de botulismo, uma doença de natureza tóxica que decorre da ingestão de uma toxina e que é agravada pelas condições meteorológicas, como o calor e seca, que se arrastam há vários meses", refere a autarquia, liderada por Rui Garcia (PS), em comunicado.

A Câmara da Moita esclarece ainda que a "toxina em causa afeta somente as aves, não constituindo risco para as pessoas”.

No comunicado, a autarquia acrescenta que as “análises realizadas à água da Caldeira da Moita não revelaram qualquer indício que possa estar na origem deste incidente".

Em julho, a autarquia anunciou que estava a investigar o surgimento de várias aves mortas na confluência do Rio da Moita com a Caldeira da Moita, junto ao Largo da Feira.

Nas redes sociais surgiram vídeos e fotografias em que é possível ver os animais, em especial patos, muito debilitados ou já mortos na zona da Caldeira da Moita.

O Partido Socialista da Moita e a Quercus também abordaram o assunto, exigindo uma atuação rápida das autoridades competentes para se conhecerem as causas das mortes.

A Câmara Municipal da Moita garante que "vai continuar a acompanhar esta situação junto das entidades competentes".

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