Entre os consultados pelo Instituto Nanos, a pedido da emissora de televisão CTV, 77% das pessoas acreditam que o contribuinte canadiano não deve pagar pela segurança do duque e da duquesa de Sussex porque não estão no Canadá como representantes da Rainha.

Embora com caráter simbólico, a rainha Elizabeth II é a atual chefe de Estado do Canadá, uma monarquia parlamentar.

De acordo com o levantamento, apenas 19% dos canadianos não se oporia se o país assumisse uma parte dos custos.

A questão da segurança e do custo do casal, após a sua saída da família real, ainda não foi objeto de nenhum anúncio oficial. As autoridades disseram apenas que estavam a conduzir conversações sobre o assunto.

Mais de dois terços dos canadianos também acreditam que a privacidade do casal e do filho será mais respeitada no Canadá do que no Reino Unido.

A sondagem foi realizada por telefone e internet entre 1.003 indivíduos com uma margem de erro de 3,1%.

Harry, de 35 anos, e Meghan, de 38, vão deixar de "membros ativos" da família real, razão pela qual não podem mais usar seu título de alteza real, nem representar oficialmente a rainha.

O acordo para selar o afastamento da família real destituiu Harry e Meghan de recursos públicos e exige-lhes que reembolsem 2,4 milhões de libras (3,1 milhões de dólares), utilizados na restauração do complexo onde moram, perto do castelo de Windsor.

Harry também teve de renunciar às suas patentes militares e condecorações obtidas com duas missões ao Afeganistão com o Exército britânico.

O Príncipe ainda fez uma declaração pública, dirigindo-se a este caso. "Quero que ouçam a verdade por mim, não como príncipe ou duque, mas como Harry, a mesma pessoa que viram crescer ao longo destes 35 anos. O Reino Unido é a minha casa e isso nunca mudará", afirmou numa intervenção realizada num jantar e cujo vídeo foi publicado na conta de Instagram que partilha com Meghan.

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