Um porta-voz indicou à agência Lusa que, até agora, cerca de 8.000 passageiros regressaram dos quatro aeroportos que a Monarch servia (Lisboa, Porto, Faro e Funchal), restando 2.000, que deverão viajar nos próximos dias.

Os passageiros em questão incluem britânicos, portugueses ou cidadãos de outras nacionalidades que tenham iniciado a sua viagem no Reino Unido em direção a Portugal.

Ao todo, 110.000 passageiros da Monarch Airlines foram confrontados com a insolvência da transportadora, declarada em 02 de outubro, quando se encontravam no estrangeiro.

O ministro dos Transportes, Chris Grayling, revelou na segunda-feira no parlamento que 80.000, cerca de 75% do total, já estão de regresso ao Reino Unido.

A pedido do Governo britânico, a CAA fretou aviões e programou cerca de 700 voos para um período de duas semanas sem custo adicional para os passageiros.

Normalmente, só as viagens cobertas pelo esquema de proteção das agências de viagem seriam incluídas, mas o Governo decidiu intervir por receio que milhares de britânicos ficassem retidos no estrangeiro.

"Esta foi a maior falência de uma companhia aérea de sempre no Reino Unido e a capacidade no mercado da aviação comercial teria sido insuficiente para permitir aos passageiros regressarem a casa usando outras transportadoras", justificou o ministro.

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