O resultado das experiências é relatado num estudo publicado no boletim Applied Physics Reviews e mostra que "o vaso sanguíneo artifical é uma ferramenta essencial para salvar doentes com problemas cardiovasculares", afirmou o principal autor Ge Gao.

A matéria prima para fabricar este tipo de vasos é biotinta obtida a partir de células da artéria aorta e de uma veia umbilical, que através de uma técnica modificada de impressão 3D foi transformada em aortas abdominais colocadas em seis ratos de laboratório.

"Há produtos usados clinicamente feitos a partir de polímeros, mas não têm células vivas nem funções vasculares", assinalou Gao, notando que usando materiais orgânicos se consegue preservar a complexidade natural do vaso sanguíneo e acelerar a formação de tecidos vasculares funcionais, mais fortes e menos dados a tromboses.

Depois de fabricado, o vaso sanguíneo artificial é refinado em laboratório para afinar as suas características físicas e biológicas, espessura, alinhamento das células, resistência, flexibilidade e capacidade para se contrair, como um vaso sanguíneo natural.

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