Três das vítimas foram abatidas por homens armados que dispararam armas de fogo contra um grupo de comerciantes no Mercado Union, um local frequentado por traficantes de droga e onde também são transacionados objetos roubados.

Duas outras pessoas foram encontradas mortas numa rua próxima do Mercado Union sendo que os corpos estavam envolvidos em sacos de plástico.

O procurador de Puebla, Gilberto Higuera, admite que as “execuções” estão ligadas à luta pelo controlo dos territórios por grupos ligados ao crime organizado da região que se dedicam, sobretudo, ao tráfico de estupefacientes.

Pelo menos quatro pessoas foram detidas na sequência das investigações sobre as “execuções”.

Apesar da violência entre os grupos de traficantes de droga que se regista na zona não é normal verificarem-se atos de violência no centro da cidade, sobretudo nas áreas históricas visitadas por turistas.

Há poucas semanas, um jovem de origem italiana foi dado como desaparecido no mesmo bairro de Puebla onde ocorreram as “execuções” tendo o cadáver sido encontrado dias mais tarde junto ao mesmo mercado onde se registaram as cinco últimas mortes.

A criminalidade aumentou drasticamente no México que registou em 2017 cerca de 28 mil mortes na sequência, principalmente, da atividade de grupos de crime organizado ligados ao narcotráfico.

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