Em Itália, os números da organização apontam para 200 mil pessoas em Milão e outras 200.000 em Roma, fora as outras 180 cidades em que o ramo italiano do movimento "Sextas pelo Futuro" convocou manifestações e outras iniciativas de adesão à greve.

Na cidade de Milão, um cortejo colorido e sereno ligou num percurso de cerca de dois quilómetros duas praças da cidade, com cartazes em que se lia "o clima muda, a política não" ou "é inútil conquistar a Lua para depois perder a Terra".

O ministro da Educação italiano, Lorenzo Fioramonti, enviou às escolas uma circular apelando aos professores para não marcarem falta aos alunos que se juntassem à greve climática.

Palermo, Florença, Veneza, Nápoles e Cagliari foram outras cidades onde se registaram concentrações.

Em Haia, na Holanda, milhares de pessoas saíram à rua para pedir responsabilização dos políticos mas também de todos os cidadãos, para quem deve importar "levar vidas sustentáveis e fazer mudanças nesse sentido", como disse à Associated Press a estudante universitária Beth Meadows.

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