“O impacto fiscal da crise migratória pode rondar 0,5% do PIB (…). Queremos ver como isso se refletirá nos setores da saúde, educação, infraestruturas e em outros serviços públicos”, disse na sexta-feira o Presidente da Colômbia.

Iván Duque falava em Bogotá, capital do país, durante uma conferência de imprensa conjunta com o vice-presidente do Banco Mundial (BM) para a América e as Caraíbas, Jorge Familiar.

O chefe de Estado sublinhou, contudo, que a Colômbia continuará a receber os venezuelanos que fogem da crise política, económica e social.

Já o vice-presidente do BM explicou que a Colômbia terá que fazer ajustes ao nível fiscal, para assentar as bases de um futuro crescimento.

Segundo fontes não oficiais, a Colômbia e o BM chegaram a um acordo de 10 mil milhões de dólares norte-americanos (8.635 milhões de euros) para projetos de reintegração social, infraestrutura e educação.

A Colômbia e a Venezuela partilham 2.219 quilómetros de fronteira comum.

Segundo dados da ONU, mais de 2,3 milhões de venezuelanos residem atualmente no estrangeiro, dos quais 1,6 milhões emigrou desde 2015, na tentaiva de fugir da crise, principalmente da escassez de alimentos e medicamentos.

Mais de um milhão de venezuelanos estão radicados na Colômbia, 820 mil deles legalmente.

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