Omar Enrique interpretou a canção oficial da campanha eleitoral de Nicolás Maduro no ano passado e é conhecido pela proximidade que tinha com o seu antecessor, o falecido Presidente Hugo Chavez (1999-2013).

“Esta é uma decisão (…) soberana. Não permitiremos que as pessoas que fizeram tanto dano aos nossos irmãos venezuelanos passeiem pelo nosso país sem se importarem com as consequências das suas ações”, disse o diretor de Migração da Colômbia, Christian Kruger Sarmiento, citado num comunicado daquela entidade.

Para Kruger, as pessoas próximas a Maduro “violaram os direitos humanos do povo venezuelano e é hora de pagarem as consequências de suas ações”.

O artista aparece na lista de 200 pessoas que estão proibidas de entrar na Colômbia por causa de sua “estreita relação” com Maduro.

A lista é liderada pelo próprio Nicolás Maduro e inclui também o chefe da Assembleia Nacional Constituinte, Diosdado Cabello, e o vice-presidente daquele órgão, Delcy Rodríguez.

A Colômbia é um dos países da América Latina, com a Argentina, Brasil, Canadá, Chile, Costa Rica, Guatemala, Guiana, Honduras, México, Panamá, Paraguai, Peru e Santa Lúcia, que formam o Grupo de Lima, que considera que foi usurpada a ordem constitucional na Venezuela.

Além disso, o Governo de Bogotá reconheceu o líder da Assembleia Nacional da Venezuela, Juan Guaidó, como Presidente interino da Venezuela, depois deste se ter proclamado como tal em 23 de janeiro.

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