De acordo com a publicação, a solução encontrada para os exames nacionais do ano passado, quando o processo foi adaptado para responder às especificidades trazidas pela pandemia, deverá manter-se no essencial, mas com pequenas alterações.

Continua o regime de perguntas obrigatórias e facultativas, mas a percentagem das primeiras vai crescer, segundo o Instituto de Avaliação Educativa (IAVE). A realização de exames para melhoria de nota também deverá ser possível, se for aceite a recomendação da Comissão Nacional de Acesso ao Ensino Superior (CNAES) nesse sentido.

“Entendemos que se devem realizar apenas os exames nacionais das disciplinas que são para acesso ao ensino superior, mas incluindo a possibilidade de melhoria de nota. E que a avaliação e aprovação do ensino secundário deve ser apenas com avaliação interna, como já foi seguido no ano passado”, disse ao Público o presidente da CNAES, Fontaínhas Fernandes.

Para os cursos científico-humanísticos, as notas dos exames nacionais contam duas vezes para o estabelecimento da média de acesso ao ensino superior - a nota pesa 30% na classificação final das disciplinas em que há prova nacional e pesa entre 35% a 50% na média de acesso, caso a disciplina seja considerada como uma prova específica de ingresso.

A primeira fase dos exames nacionais do ensino secundário decorre entre 2 e 16 de julho (resultados afixados a 2 de agosto) e a segunda fase entre 1 e 7 de setembro (resultados a 16 de setembro). Já as provas finais do 9.º ano irão acontecer entre 28 de junho e 2 de julho (1.ª fase) e entre 21 e 23 de julho (2.ª fase) — calendário completo aqui.

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