Em declarações aos jornalistas no parlamento, no final do debate do Orçamento do Estado para 2020, Rui Rio foi questionado se esperava que o Congresso do PSD, que arranca na sexta-feira, decorra de forma tranquila.

“Espero ter um congresso tranquilo, mas um congresso tranquilo não tem de ser um congresso onde ninguém faz crítica rigorosamente nenhuma, isso aí era mais no tempo dos congressos da Ação Nacional Popular ou da União Nacional”, disse.

O líder social-democrata, que foi reeleito em eleições diretas em 18 de janeiro com 53,2% numa inédita segunda volta disputada com o antigo líder parlamentar Luís Montenegro, considerou “normal” que “entre dezenas e dezenas de intervenções, haja uma outra que possa discordar aqui ou acolá”

“Até para dar alguma vivacidade ao Congresso”, afirmou, dizendo ainda contar que, tal como acontece desde “o tempo e Sá Carneiro”, haja “muitas listas” a concorrer ao Conselho Nacional.

Já questionado se vai fazer muitas mudanças na sua direção, Rio ficou pelo meio caminho.

“Algumas, não é uma revolução, mas também não fica tudo na mesma”, assegurou.

O 38.º Congresso do PSD realiza-se entre sexta-feira e domingo em Viana do Castelo.

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