“Gaza, mon amour” venceu o prémio NETPAC, tendo o júri escolhido este filme pelo “comovente, instigante e poético conto de emoções não ditas retratando a vida diária de Gaza”, refere a organização num comunicado hoje divulgado.

A longa-metragem de ficção, que se estreou no festival de Veneza antes de chegar a Toronto, foi parcialmente rodada no Algarve e inspira-se numa história verídica ocorrida em Gaza, em 2014, quando um pescador encontrou uma estátua de Apolo no mar.

O Festival Internacional de Cinema de Toronto (TIFF), codirigido pela programadora portuguesa Joana Vicente, decorreu, entre 10 de setembro e sábado, com uma programação reduzida, por causa da covid-19, e virada sobretudo para o 'online', embora com alguns eventos presenciais limitados.

O vencedor do prémio FIPRESCI foi “Beginning”, da georgiana Dea Kulumbegashvili.

O 45.º TIFF contou também com a produção portuguesa "Elo", de Alexandra Ramires.

Com animação a grafite em papel e sem diálogos, "Elo" integrou o programa de curtas-metragens do festival.

"Elo", com argumento de Alexandra Ramires e da escritora Regina Guimarães, é ainda o primeiro filme da realizadora em nome próprio, depois de ter coassinado "Água mole", com Laura Gonçalves, que soma 19 distinções internacionais.

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