Estas críticas foram feitas por Jerónimo de Sousa na abertura do primeiro debate bimestral com a presença do primeiro-ministro, na Assembleia da República, depois do fim do estado de emergência para combate à epidemia da covid-19 em Portugal.

Jerónimo de Sousa considerou que a situação em Portugal "está longe de ser satisfatória" no que respeita ao processo de vacinação e defendeu que as soluções passam pela testagem massiva, rastreio de todos os novos casos de covid-19, reforço dos profissionais de saúde e "outra urgência à vacinação".

"Continua a haver muitos os entraves, como falta de enfermeiros nos centros de vacinação, falta de vacinas e condicionalismos para as vacinas adquiridas. O Governo tem de renovar os contratos com centenas de profissionais de saúde, deixando a política de seguidismo face à Comissão Europeia e autorizando todas as vacinas contra a covid-19" reconhecidas pela Organização Mundial da Saúde, sustentou.

Na resposta, António Costa referiu que, no quadro dos compromissos ao nível do Orçamento do Estado para 2021, o Governo abriu concursos para a contratação de mais profissionais de saúde, sobretudo enfermeiros.

"Quanto às vacinas, não há qualquer restrição a nenhuma, desde que seja licenciada pela Agência Europeia do Medicamento (EMA)", disse o líder do executivo.

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