“Estamos no caminho certo para dar uma primeira dose a todos os adultos até ao fim do julho”, afirmou o ministro da Saúde, Matt Hancock, após o Governo declarar que iria seguir a recomendação para oferecer uma vacina alternativa à AstraZeneca aos adultos entre 18 e 29 anos.

O conselho do Comité Conjunto de Vacinação e Imunização [Joint Committee on Vaccination and Immunisation, JCVI] foi emitido após o regulador Agência de Medicamentos britânica (MHRA) ter confirmado indícios de efeitos secundários “extremamente raros” em 79 pessoas, das quais 19 morreram.

Porém, o risco de tromboembolismos, vincou, continua a ser menor do que o risco dos efeitos da doença.

No total, mais de 21 milhões de doses da vacina AstraZeneca foram administradas no país, onde também estão a ser administradas as vacinas Pfizer e Moderna.

Até terça-feira, 31.707.594 pessoas receberam a primeira dose de uma vacina contra o novo coronavírus, das quais 5.683.509 receberam uma segunda dose, a qual é administrada com um intervalo de entre três e 12 semanas.

A utilização de vacinas em menores de 18 anos ainda não foi aprovada, tendo os testes clínicos da AstraZeneca sido suspensos pela Universidade de Oxford na terça-feira.

O Governo britânico garante que pelo menos seis mil mortes já foram evitadas graças à vacinação iniciada em dezembro.

Nos últimos sete dias, entre 1 e 7 de abril, houve uma redução de 35,5% no número de mortes e de 36,6% no número de casos com um resultado de teste positivo de covid-19 em relação aos sete dias anteriores. Na quinta-feira, data dos dados disponíveis mais recentes, estavam hospitalizadas 3.536 pacientes com covid-19, menos 22,7% do que na quinta-feira anterior.

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