Por ocasião das festividades da Páscoa, canceladas ou pelo menos restringidas desta vez, em cumprimento do estado de emergência, “a generalidade das pessoas contribuem” com donativos para as estruturas locais da Igreja Católica, salientou à agência Lusa o vigário geral da Diocese, Pedro Miranda.

“É natural que haja alguma preocupação neste campo”, declarou.

Também em Coimbra, segundo Pedro Miranda, as restrições aplicadas pelo Governo para combater a propagação do novo coronavírus resultaram numa “quebra grande” nas doações dos crentes.

“O que mais pesou nesta quebra foi a não realização da visita pascal”, uma importante fonte de rendimento “para um grande número de paróquias”, sublinhou.

Esta receita, contudo, tem “um peso muito maior nas paróquias rurais”, ressalvou.

O mesmo responsável disse não ter conhecimento, na região, de situações que se inscrevam no regime do 'lay-off' ou equiparadas, para sacerdotes ou funcionários.

“Na Diocese de Coimbra, há um número relativamente pequeno de paróquias que tenham funcionários, além dos padres”, segundo o vigário geral.

Até hoje, Portugal contabiliza 854 mortos associados à covid-19 em 22.797 casos confirmados de infeção, segundo o boletim diário da Direção-Geral da Saúde (DGS) sobre a pandemia.

Relativamente ao dia anterior, há mais 34 mortos (+4,1%) e mais 444 casos de infeção (+2%).

Das pessoas infetadas, 1.068 estão hospitalizadas, das quais 188 em unidades de cuidados intensivos, e o número de casos recuperados passou de 1.201 para 1.228.

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