Dos 64 residentes com resultados positivos nos testes, desde o dia 25 de outubro, altura em que foi detetado o primeiro caso positivo de covid-19, um total de 57 já recuperou da doença, incluindo dois utentes que se encontravam hospitalizados e que regressaram à instituição.

O surto de covid-19 nesta instituição infetou 64 utentes e 21 profissionais, tendo seis idosos morrido devido à doença (um outro utente doente acabou por morrer devido a outras causas).

“Neste momento não temos utentes positivos, já fizeram os 20 dias, desde o último teste negativo e, por isso, tiveram alta. Quanto aos profissionais, temos ainda cinco trabalhadores que ainda estão em confinamento obrigatório”, avançou a delegada de Saúde de Sines, Fernanda Santos.

De acordo com a responsável, os profissionais que testaram negativo “regressaram”, após os 20 dias, à Misericórdia de Sines.

“O surto só pode ser declarado oficialmente encerrado 28 dias depois do último caso, ou seja no dia 7 de dezembro, se até lá não tivermos mais casos positivos”, adiantou.

À agência Lusa, fonte da Santa Casa da Misericórdia de Sines confirmou que “os utentes que se encontravam na ala covid já regressaram todos aos seus quartos de origem, após desinfeção de todas as áreas, em colaboração com a Proteção Civil, para permitir o regresso em segurança”.

“Enquanto não for declarado o fim do surto, as visitas aos residentes vão continuar suspensas”, concluiu.

O surto de covid-19 no Lar Prats da Misericórdia de Sines foi identificado em 25 de outubro com os primeiros dois casos de utentes infetados, acabando ambos por falecer no HLA.

O concelho de Sines regista 62 casos ativos de covid-19, 177 pessoas recuperadas e sete óbitos, de acordo com os dados epidemiológicos atualizados hoje pelo município.

O país está em estado de emergência desde 9 de novembro e até 8 de dezembro, período durante o qual há recolher obrigatório nos concelhos de risco de contágio mais elevado, sendo Sines um dos 127 concelhos classificados como de risco muito elevado.

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