Em comunicado, a PGDL refere que os homens são suspeitos de vários crimes, nomeadamente associação criminosa, furto simples, furto qualificado, violência após a subtração, roubo agravado, ofensa à integridade física qualificada, burla qualificada, branqueamento de capitais agravado, detenção de arma proibida, tráfico de droga e condução sem habilitação.

Na nota, publicada na sua página da internet, a PGDL sublinha que existem indícios que, “em data anterior a dezembro de 2017, alguns dos arguidos decidiram criar um grupo organizado com o propósito de retirar bens e valores monetários a proprietários de residências e armazéns”.

“Em diversas situações, não se coibiram os arguidos de usar de violência para subtrair ou reter na sua posse bens dos ofendidos, designadamente valendo-se da sua superioridade numérica, da idade avançada de alguns ofendidos, de ameaças, de violência física. Lograram ainda os arguidos engendrar um esquema de modo a enganar alguns ofendidos, conseguindo que estes lhes entregassem bens, designadamente artigos em ouro”, refere a nota.

Oito dos arguidos deste processo, declarado de “excecional complexidade”, aguardam julgamento em prisão preventiva, desde maio de 2019.

O inquérito foi dirigido pelo MP de Sintra, Comarca de Lisboa Oeste.

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