Nas eleições de ontem no Brasil, a ex-presidente Dilma Roussef concorria para o lugar de senadora por Minas Gerais, mas não conseguiu ser eleita. Ficou em quarto lugar, com 15,06% dos votos após 97% das urnas apuradas, o que a deixou de fora da disputa.

Os dois primeiros colocados foram Rodrigo Pacheco, do Democratas (direita), com 20,60% dos votos, e Carlos Viana, do Partido Humanista da Solidariedade (PHS, centro), com 20,29%.

Na última sondagem divulgada na noite de sábado pelo Ibope, Dilma aparecia em primeiro lugar nas intenções de voto para conquistar um dos lugares para o Senado.

Os analistas consideram que este foi um "duro golpe" político para a ex-presidente e afirmam que reflete um forte sentimento "antipetista", que associa o partido de seu padrinho político, Luiz Inácio Lula da Silva, com a corrupção e a sua sucessora com a má gestão da economia.

O governador de Minas Gerais, o petista Fernando Pimentel, também sofreu uma dura derrota, ficando de fora da disputa na segunda volta.

Dilma, que chegou ao poder em 2010 e foi reeleita em 2014, foi destituída pelo Congresso em  2016, acusada de manipular contas públicas, em um contexto de grave crise económica e de múltiplos escândalos de corrupção.

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