Os 12 detidos têm idades compreendidas entre 17 e 51 anos e são suspeitos de diversos tipos de crime, “nomeadamente seis por tráfico de estupefacientes, quatro por ocupação abusiva de residências e dois por posse de armas proibidas e munições”, indicou o comissário André Teixeira, da Divisão de Investigação Criminal de Lisboa da PSP.

Em declarações à agência Lusa, o comissário da PSP referiu que a operação policial começou pelas 07:15 e terminou cerca das 09:30, nas freguesias do Areeiro, Penha de França e Beato, incidindo mais concretamente nos bairros Carlos Botelho, Portugal Novo e Quinta do Lavrado.

Além das detenções, a PSP apreendeu cocaína, heroína e “cerca de 1,5 quilogramas de produto suspeito de ser haxixe”, informou o comissário André Teixeira, acrescentando que foram também apreendidos cerca de 20 mil euros, munições de diferentes calibres e outros objetos relacionados com a prática de atividades ilícitas, nomeadamente tráfico de droga.

“Todas as detenções foram potenciadas no âmbito do cumprimento de 15 mandados de busca domiciliárias e cinco mandados de busca não domiciliárias”, afirmou o responsável da PSP.

Estes mandados foram emitidos na sequência da operação de prevenção criminal realizada no âmbito da lei das armas, em que a PSP recolheu, ao longo deste ano, um conjunto de informações que denotavam “uma incidência de crimes cometidos com arma de fogo nestes três locais”, apontou.

O comissário da Divisão de Investigação Criminal de Lisboa da PSP adiantou que alguns dos detidos vão aguardar na sala de detenção e serão presentes na quarta-feira ao juiz de instrução criminal, previsivelmente os suspeitos de tráfico de droga, enquanto os restantes serão notificados para comparecer voluntariamente na instância local de pequena criminalidade.

A PSP desencadeou hoje de manhã uma operação especial nas freguesias lisboetas do Areeiro, Penha de França e Beato que visava diversos suspeitos de posse de armas de fogo usadas em atos criminosos.

A operação, que decorreu em articulação com a 11.ª secção do Departamento de Investigação e Ação Penal (DIAP) de Lisboa, envolveu 20 buscas domiciliárias e não domiciliárias, com a intervenção das valências de investigação criminal, ordem pública, armas e explosivos e da Unidade Especial de Polícia.

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