De acordo com os dados enviados por José Luís Carneiro à Lusa, "no total foram 1.200 militares e forças de segurança (Polícia Marítima, PSP e GNR) que puderam votar".

A votação por parte das forças em missão externa "decorreu entre os dias 24 e 26 de setembro em 115 embaixadas e consulados portugueses no estrangeiro".

"Nesse contexto, o Ministério dos Negócios Estrangeiros procedeu à recolha de votos de militares portugueses que estão no desempenho de missões no estrangeiro no Mali, Somália, República Centro Africana, Kosovo, Itália, Afeganistão, Roménia e Colômbia - num total de 454 efetivos", adiantou o governante.

De acordo com os dados enviados à Lusa, a missão "obrigou a deslocação aos próprios locais onde os militares se encontram, para entrega e posterior recolha de votos".

Atualmente, os maiores contingentes nacionais estão "no Afeganistão e República Centro-Africana, cada um superior a 200 elementos", de acordo com a Secretaria de Estado das Comunidades Portuguesas.

Para além das forças de segurança em terra, o universo de militares e forças de segurança que já votaram nas legislativas abarca também cinco fragatas, três das quais integradas na FRONTEX (Agência Europeia de Gestão da Cooperação Operacional nas Fronteiras Externas), em missão no mar Mediterrâneo.

A legislação permite que cidadãos recenseados em Portugal possam votar no estrangeiro "por inerência de funções públicas", "por inerência de funções privadas", "quando deslocados no estrangeiro em representação oficial de seleção nacional", "estudantes, investigadores, docentes e bolseiros de investigação deslocados no estrangeiro", "doentes em tratamento no estrangeiro" ou ainda pessoas "que vivam ou que acompanham os eleitores mencionados nas alíneas anteriores".

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