Depois de uma nova reunião entre a distrital e a Comissão Política Nacional, ficou acordado que o PSD/Lisboa teria direito ao 3.º, 7.º, 11.º e 13.º lugares na lista.

Além do antigo vice-presidente do partido Pedro Pinto, a distrital indicou os atuais deputados Sandra Pereira e Carlos Silva para 7.º e 11.º lugares, respetivamente.

Os restantes nomes da lista por Lisboa, o maior círculo do país, serão indicados pela Comissão Política Nacional – sendo provável que o secretário-geral, José Silvano, e a vice-presidente Isabel Meirelles fiquem nos lugares cimeiros – e por estruturas autónomas como a Juventude Social-Democrata.

A cabeça de lista do PSD por Lisboa, a arquiteta e vereadora da Câmara de Cascais Filipa Roseta, já tinha sido anunciada no final de junho.

Pedro Pinto foi um dos líderes distritais do PSD que em janeiro apoiou Luís Montenegro, que foi líder parlamentar social-democrata, quando este desafiou o presidente do PSD, Rui Rio, a convocar eleições diretas no partido.

Na quinta-feira à noite, fontes da distrital disseram à Lusa que a direção do PSD tinha recusado a primeira indicação da distrital de Lisboa, o vice-presidente da Câmara de Cascais, Miguel Pinto Luz.

“Desta forma, Miguel Pinto Luz está fora das listas, tendo sido vetado”, consideraram as mesmas fontes do PSD/Lisboa.

A escolha dos cabeças de lista é prerrogativa do presidente do PSD, tendo já sido divulgados os nomes dos “número um” pelos 20 círculos que cabia a Rui Rio escolher (Madeira e Açores têm competência própria na escolha de candidatos a deputados).

Quanto à restante composição das listas, os estatutos do PSD não definem qual a “quota” de candidatos que a direção pode impor às estruturas regionais e apenas determinam que compete às distritais “propor à Comissão Política Nacional candidaturas à Assembleia da República, ouvidas as Assembleias Distritais e as Secções”.

As listas de candidatos a deputados do PSD serão votadas, de braço no ar, no Conselho Nacional do partido de terça-feira, em Guimarães, distrito de Braga.

Em 2015, a coligação Portugal à Frente elegeu 18 dos 47 deputados do círculo de Lisboa, dos quais 13 eram do PSD e cinco do CDS-PP.

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